Nossos lugares

Onde estamos hoje?

Este espaço é um convite aberto para que contemos sobre onde estamos. Nossos lugares, de forma ampla: lugares institucionais, lugares geográficos, lugares psíquicos. O que a gente responde quando nos perguntam onde estamos hoje?

Vou começar: no momento em que digito estas linhas, sou doutorando em uma universidade britânica. Até o fim de maio, eu era funcionário e estudante da Universidade de Dundee, na Escócia. Desde a virada do mês, entretanto, eu me tornei funcionário da Universidade de Northumbria, que fica em Newcastle. E estou no processo de transferência da minha matrícula de estudante para essa mesma Universidade. Isso aconteceu porque os dois coordenadores do projeto de pesquisa do qual eu faço parte foram contratados pela Northumbria, e o projeto foi junto.
O projeto de pesquisa trata no geral de design aberto para a internet das coisas, em parceria com a Fundação Mozilla, e é financiado pelo programa Marie Skłodowska-Curie, parte do Horizon 2020 da comissão europeia. Eu sou 1 de 5 pesquisadorxs de diferentes partes do mundo selecionadxs para trabalhar distintos tópicos.
O meu tópico de pesquisa é chamado de “smart cities”, uma expressão que me desperta mais desconfiança do que empolgação. Vou falar mais sobre isso em um outro tópico, já que neste aqui a intenção é falar sobre “nossos lugares”, e não sobre “nossas buscas”. Quem não tiver paciência de ler esse outro post pode ir direto para meu blog de pesquisa (em inglês).
Ainda sobre lugares: apesar da transferência para uma outra universidade que fica na Inglaterra, eu sigo vivendo na Escócia. De acordo com os planos do projeto, eu deveria me mudar para Berlim em Julho para começar uma segunda fase, alocado na sede da Mozilla. Mas a pandemia adiou tudo. Pelas projeções atuais, devo iniciar essa fase alemã em setembro deste ano, e permanecer lá até o fim do projeto em junho de 2022.
Para finalizar sobre lugares, ainda sinto que meu destino é retornar a Ubatuba em algum momento para retomar uma série de iniciativas com as quais estive envolvido ao longo de uma década. Continuo inspirado e esperançoso, apesar das rasteiras do mundo.

Onde estou hoje?
Sou o Regis Bailux,
Depois desta linha do tempo http://bailux.org/?p=4394 faço parte de uma Associação Socioambiental no Arraial d’Ajuda-Bahia https://verdejardajuda.wordpress.com/ construindo junto com a comunidade local um Projeto de Midia como parte do programa de comunicação da associação. Com a Pandemia o projeto está em “modo espera” enquanto isso estou frequentando o Boteco Tropixel no Jitsi e me dedicando aos estudos da Meditação do Silêncio em dois encontros mensais com a Lama Irene , monja budista residente na Suiça

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Depois de deixar Recife, um emprego na universidade e um doutorado, fui viver como voluntária trocando trabalho por hospedagem e aprendendo a surfar. O amor e esse lifestyle me levaram a Ubatuba, onde moro atualmente. Neste momento estou totalmente imersa no processo de gestação, maternidade e construção de uma família com Danilo. Intenciono ficar em Ubatuba e aqui desenvolver um trabalho que envolva arte, surfe, tecnologias e processos de autocuidado.

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Olá! Boa tarde!
Meus lugares neste momento são todos os espaços do meu caloroso Lar!
A partir daqui me conecto com o mundo.
Sou mulher, mãe de 4 meninas sorridentes, amante da vida e deslumbrada pela perfeição da Natureza!
Tenho formação como bióloga e sou quase pedagoga… falta pouco!
Estou colaborando desde 2015 com a ong Gaiato, em Ubatuba, como gestora, membro da diretoria e orientadora pedagógica. Atuamos alinhados com o sistema de proteção de direitos de crianças e adolescentes e desenvolvemos um trabalho na linha da pedagogia do Circo Social.
Também atuo como educadora, inspirada na pedagogia Waldorf, conduzindo uma sala de berçário e maternal da Triskel English Center.
E desde deste lugar, fico feliz por chegar até vocês!

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Oie!
Eu falo do noroeste do estado do Rio Grande do Sul, região das missões, temporariamente residindo com meu pai e suas vacas em uma fazenda bem acolhedora. Antes morava em Porto Alegre, para onde pretendo voltar eventualmente. Desde 2015 trabalho no CTA, pesquisando, desenvolvimento e refletindo sobre tecnologias livres, ciência cidadã e ciência aberta, principalmente da perspectiva do hardware científico e educacional.
Sou Engenheira Física e estou terminando meu mestrado em Ensino de Física (UFRGS), que envolve um estudo teórico sobre tecnologias e conhecimento livre.

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Aqui escrevendo. Queria ao menos dizer que é um ato de autocontrole não comentar em vários pequenos trechos das conversas aqui e na Rede.

Institucionalmente Estou Professor da UFCG desde 2011. No momento em Trabalho Remoto, até o fim do ano (2020) pelo menos a maior parte do tempo em João Pessoa.
Agora vou ali falar sobre o que tenho buscado.

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