Minecraft em rede

Convidando os interessados a brincar juntos e descobrir o que tem de mais interessante pra fazer juntos no jogo dos bloquinhos.

Aqui em casa somos três, eu e meus dois filhos. Não temos nenhum servidor online, mas nos interessamos.

1 Curtida

Minha história com games sempre foi de algum interesse frio, não chegava ao nível de obsessão que via em colegas. Tive um clone brasileiro de NES em algum momento da virada dos anos noventa, mas não tive computador antes de entrar pra faculdade. E mesmo aí, me satisfazia mais buscando letras de músicas (e uns anos depois músicas, e mais tarde vídeos) do que jogando. Então já ali no meio dos 1990s me afastei desse mundo.

Com as nossas crianças, a gente adiou a adoção de jogos em tela, e deu prioridade a outras formas de vivenciar o mundo e brincadeiras. Mas alguns meses atrás começamos a nos render, em especial a partir do momento que decidimos desescolarizar minha filha de nove anos - a escola aqui na Escócia foi diferente demais do que ela estava habituada em Ubatuba, e o inverno, e a distância do Brasil. Então pegamos um tablet pra ela fazer algumas atividades protegidas, sem usar os nossos dispositivos. Antes disso ela tinha tido algumas “aulas de computação” na escola que eram basicamente colocar as crianças pra jogar minecraft. Já desescolarizada, frequentamos alguns encontros de tecnologia pra crianças na biblioteca municipal de Dundee, e aí eu achei mais interessante - com Scratch e SonicPi, entre outras coisas divertidas porque programáveis. Então semana passada recuperei uma TV velha que estava quebrada e montei um raspberry Pi, que entre outras coisas está com uma versão do Minecraft. E aí entro aqui nessa conversa, curioso pra saber qual a graça do barato do ponto de vista de mães e pais (porque minha filha já adora, e o mais novo com cinco anos tá entrando de carona).

E só mais um comentário off-topic (porque eu sou a pessoa que faz isso): outra aventura nos games que está divertida foi que conseguimos encontrar um xbox com kinect de segunda mão. Se as crianças vão jogar games nesse período de quarentena, eu prefiro que seja em pé e usando o corpo todo em vez de somente sentados, com postura ruim e um controlezinho na mão. Acho inacreditável que tenham parado de produzir o kinect, uma pena.

Alternativa que apareceu lá no café tropixel:

https://www.minetest.net/